Em Defesa dos Direitos dos Animais

Os que têm seguido a nossa «reflexão de fim de semana» sabem que, para nós, a questão dos direitos dos animais não é um mero tema de interesse, é uma causa na qual nos envolvemos com convicção no dia a dia das nossas práticas.

Por razões culturais, durante séculos habituámo-nos a pensar que os animais são seres inferiores e que, por essa razão, podíamos dispor deles como fazíamos com qualquer objeto em  nossa posse: não os víamos como tendo valor em si mesmos  e, muito menos, como tendo direitos.

Felizmente que, nas últimas décadas, muita coisa tem mudado em relação ao modo como vemos e como agimos em relação aos animais em geral e , particularmente, em relação aos nossos animais de estimação: mais do que «donos» vemo-nos como responsáveis por eles e reconhecemos o muito que recebemos por partilharmos a sua companhia, inteligência e lealdade para connosco. Em muitos casos e, segundo estudos científicos, a saúde das pessoas que possuem um animal de estimação melhora consideravelmente, tanto física como psicologicamente.

Mas, para muitos animais em todo o mundo, há ainda um longuíssimo percurso a fazer para acabar com abusos sistemáticos, tortura ou, simplesmente, para superar a ignorância dos que não têm consciência do sofrimento que causam aos animais por ignorarem os direitos mais básicos em relação ao seu bem estar; o ser humano é ainda, em muitos casos, o verdugo que  explora, tortura e maltrata os animais que têm o infortúnio de ficar ao seu alcance.

Porque esta continua a ser uma causa pela qual todos devemos lutar, lembramos hoje um artigo que publicámos e que se intitula Porque Devem os Animais Ter Direitos no qual lançamos alguns fundamentos que justificam uma nova abordagem em relação aos animais não humanos.
Tenha um bom fim de semana em companhia do(s) deu(s) fiel(eis) amigo (s).

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